terça-feira, 17 de janeiro de 2012

L, de Londres. L, de Love.

Dois dias. Dois dias e estou na cidade que há muito tinha prometido visita. Estou em pulgas, das bebés, que não quero ir com demasiadas expectativas... Mas, ainda assim, em pulgas suficientes que se transformam em formigas na barriga (e com isto acabo de perceber que não só a larva se transforma em borboleta).
Não sei bem o que esperar de Londres (ou sei, que já vi vezes sem conta fóruns, blogs e livros), mas sei que há qualquer coisa, e isto já há bastante tempo, que me diz, ainda que sem conhecimento de causa, que era bem capaz de viver ali.
Deve ser do inglês. Do inglês puro, não daquele outro de plástico, de fast food, de made in USA. Calma, que isto não significa que tenha alguma coisa contra os Estados, que há-de também ser um dia viagem merecedora de post, mas o inglês dos ingleses é coisa de outro gabarito, de uma outra pinta, de uma suavidade que nos entra ouvidos a dentro e quase nos conforta a alma. O inglês dos ingleses dá vida e sentido ao que se costuma dizer por esse mundo fora: "a língua inglesa fica sempre bem". Porque é diferente, muito diferente, ouvir um I love you de um I love you "shakespeariano"... e eu quero ouvir o segundo.

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